É a dor de cabeça mais comum a partir dos 7 anos.
É desencadeada por estresse, depressão, ansiedade, medos e até por fadiga.
Cursa com uma dor de cabeça opressiva, principalmente nas têmporas, no couro cabeludo, parte posterior do pescoço e ombros.
O diagnóstico é clínico, mediante anamnese e exame físico.
Trata-se com analgésicos convencionais, sozinhos ou associados a relaxantes musculares e/ou ansiolíticos. É necessário resolver a causa desencadeante, para evitar que se prolongue ou reapareça. Realizar esporte regularmente, assim como atividades relaxantes, previne seu surgimento.
Se a dor não ceder com analgésicos ou se aparecerem sintomas neurológicos (fraqueza, perda de sensibilidade, perda da consciência), deve-se consultar o pediatra sem demora.
- Hope O'Brien, MD, FAHS. Tension-type headache in children. UpToDate. Jun 01, 2016.
- Bendtsen L, Evers S, Linde M, et al. EFNS guideline on the treatment of tension-type headache - report of an EFNS task force. Eur J Neurol 2010; 17:1318.
- Goadsby, Peter J., Raskin, Neil H. Migrañas y otras cefaleas primarias. Cefalea tensional. Harrison. Principios de Medicina Interna. Volumen 2. 19ª Edición. 2593:2595.
- A. Urbano-Márquez, R. Estruch. Generalidades. Cefalea tensional. Farreras Rozman. Medicina Interna. Volumen II. Duodécima edición. 1318:1320.
- Headache Classification Committee of the International Headache Society (IHS). The International Classification of Headache Disorders, 3rd edition (beta version). Cephalalgia 2013; 33:629.
- Bendtsen L, Jensen R. Tension-type headache: the most common, but also the most neglected, headache disorder. Curr Opin Neurol 2006; 19:305.

