É a dor que se origina nas estruturas ósseas ou musculares da região lombar.
As causas mais frequentes incluem hérnia de disco, estenose do canal lombar, ruptura da lâmina da vértebra e síndrome facetária.
Manifesta-se com dores na região inferior e / ou lateral das costas, nádegas, e ainda dores e sensação de formigueiro nos membros inferiores. A dor piora caracteristicamente com o movimento e melhora com o repouso.
O diagnóstico é feito por meio da história clínica e exame físico. Às vezes, o estudo é concluído com raios-x, ressonância magnética, tomografia computadorizada, eletromiografia ou cintilografia.
O tratamento consiste em um período inicial de repouso relativo, aplicação de calor seco local, analgésicos, antiinflamatórios (AINEs) e relaxantes musculares. É aconselhável complementá-lo com um tratamento reabilitador após o término da fase aguda e realizar exercícios para tonificar a musculatura e hábitos de higiene postural para evitar recorrências.
- Stephanie G Wheeler, Joyce E Wipf, Thomas O Staiger, Richard A Deyo. Evaluation of low back pain in adults. UpToDate. Apr 27, 2016.
- Chou R. In the clinic. Low back pain. Ann Intern Med 2014; 160:ITC6.
- Hoy D, Bain C, Williams G, et al. A systematic review of the global prevalence of low back pain. Arthritis Rheum 2012; 64:2028.
- Deyo RA, Weinstein JN. Low back pain. N Engl J Med 2001; 344:363.
- John W. Engstrom, Richard A. Deyo. Cervicalgia y Dorsalgia. Harrison. Principios de Medicina Interna. Volumen . 19ª Edición. 111:123.
- Maria Elena piqueras Moya, Francisco Javier Lucas Imbernón, David Caldevilla Bernardo. Lumbalgia. Manual de protocolos y actuación en urgencias. Hospital Virgen de la Salud, Complejo Hospitalario de Toledo. Tercera edición. 2010.1087:1090.
- Lumbalgia mecánica. Farreras Rozman. Medicina Interna. Volumen I. Duodécima edición. 1078:1079.

