É a dermatose (doença de pele) mais comum na gravidez.
Sua causa é desconhecida.
Esta condição aparece, geralmente, durante o último trimestre de gestação (na maioria das vezes no último mês) em mulheres na primeira gravidez; manifesta-se como pequenas lesões elevadas que coçam muito. Os primeiros sinais são estrias abdominais e, depois, estendem-se para o resto do abdome e até mesmo para os membros. Às vezes aparecem manchas altas no formato de vergão ou vesículas que podem coexistir com as lesões descritas acima. A erupção cutânea é autolimitante, não reincide nas gestações seguintes nem com o uso de contraceptivos orais.
O diagnóstico é feito por meio do histórico clínico e exame físico.
O tratamento é sintomático e inclui o uso de corticosteroides tópicos potentes aplicados várias vezes ao dia, bem como de emolientes e anti-histamínicos para acalmar o problema.
- Miriam Keltz Pomeranz, MD. Dermatoses of pregnancy. Uptodate. Jun 26, 2017.
- Vaughan Jones S, Ambros-Rudolph C, Nelson-Piercy C. Skin disease in pregnancy. BMJ 2014; 348:g3489.
- Massone C, Cerroni L, Heidrun N, et al. Histopathological diagnosis of atopic eruption of pregnancy and polymorphic eruption of pregnancy: a study on 41 cases. Am J Dermatopathol 2014; 36:812.
- Lehrhoff S, Pomeranz MK. Specific dermatoses of pregnancy and their treatment. Dermatol Ther 2013; 26:274.
- Ambros-Rudolph CM. Dermatoses of pregnancy - clues to diagnosis, fetal risk and therapy. Ann Dermatol 2011; 23:265.

