Cancro do testículo - Neoplasia do testículo

Urgência média
-Moderadamente grave

É o crescimento de células malignas num testículo ou em ambos. Afeta principalmente homens jovens de entre 15 e 35 anos.

A maioria dos casos inicia-se nas células germinais, responsáveis pela produção de espermatozóides. Os tumores das células germinais classificam-se em seminomas (40%) e não seminomas (teratomas, carcinomas embrionários, tumores do seio endodérmico e coriocarcinomas).

Desconhece-se a sua origem, mas parece ter uma componente genética.

A maioria manifesta-se como um caroço testicular que pode ser acompanhado ou não de dor.

O diagnóstico é clínico através de história e exame testicular. Confirmar-se-á com exames como análises de sangue, ecografia e tomografia computorizada.

O tratamento é cirúrgico através de extirpação; pode-se associar radioterapia e/ou quimioterapia. A sobrevivência é alta inclusive nos casos nos quais se espalha mais para além do testículo.

Referências bibliográficas
  • B. Mester, T. Behrens, S. Dreger. (2010). Occupational Causes of Tes-ticular Cancer in Adults. Bremen Insti-tute for Prevention Research and Social Medicine (BIPS). University of Bremen, Bremen, Germany. P. 160-170.
  • DeCastro B, Peterson A, Costabile R. A five-year followup study of asymptomat-ic men with testicular microlithiasis. J Urol 2008; 179: 1420–1423.
  • Lois B. Travis, Clair Beard, James M. (2010) Testicular Cancer Survivorship: research Strategies and recommenda-tions. Rubin Center for Cancer Survi-vorship and Department of Radiation Oncology.
  • Planelles J, Beltrán JR, Tarín M, (2007). Cancer testicular bilateral: presenta-ción de cuatro casos. Hospital Universi- tario Dr. Peset. Valencia. Actas Urol Española; 31(10):1117-1122.
  • Rustom P. Manecksha and John M. Fitzpatrick. (2009). Epidemiology of testicular cancer. University Hospital, Dublin, Ireland. P. 1329-1333.
  • Saavedra J, Ramirez C, Peña G. (2009). Cáncer de testículo. Anales de Radiolo-gía, México. 1:47-59.
  • Shanmugalingam et al (2013) Clinical Epidemiology. King’s College London, School of Medicine, Division of Cancer Studies 2013:5 417–427.
  • Valderrama-Gómez RA, CondoriSalda-ña J, Claros-Gutierrez PG, Claros-Matienzo CA. Cáncer testicular con metástasis. Rev Méd-Cient “Luz Vida”. 2011; 2(1):76- 80.
  • Valsero H, María E; Samaniego P. (2012). Cáncer testicular, nuestra expe-riencia en diez años. Archivos Españo-les de Urología, vol. 65. p. 467-475.
  • Chia VM, Quraishi SM, Devesa SS, et al. International trends in the incidence of testicular cancer, 2010;19:1151-9.
  • Guo J, Pukkala E, Kyyronen P, et al. Testicular cancer, occupation and exposure to chemical agents among Finnish men in 1971-1995. Cancer Causes Control 2005;16:97-103.
  • Pollan M, Gustavsson P, Cano MI. Incidence of testicular cancer and occupation among Swedish men gainfully employed in 1970. Ann Epidemiol 2001;11:554-62.
  • Stang A, Jockel KH, Baumgardt-Elms C, Ahrens W. Firefighting and risk of testicular cancer: results from a German population-based case-control study. Am J Ind Med 2003;43:291
Copyright
© TeckelMedical 2026

Sintomas

    Testículo inchado


    Líquido no escroto que envolve o testículo


    Aumento do escroto


    Sensação de peso no escroto


    Incómodo genital