É a rotura do rádio na sua extremidade mais próxima da articulação do pulso. Embora componha o antebraço juntamente com o osso cúbito, está envolvido na articulação do pulso, denominando-se, em muitos casos, fratura de pulso. É a fratura mais comum do braço, ocorrendo geralmente em pessoas com idade superior a 60 anos com algum grau de osteoporose.
Geralmente, a causa é uma queda ao andar ou correr, apoiando o peso do corpo sobre o braço esticado.
Manifesta-se com dor, inchaço e incapacidade para mexer o pulso (impotência funcional).
O diagnóstico realizar-se-á através de história clínica, exame físico e radiografias de pulso em distintas projeções.
Em todos os casos, associar-se-á tratamento analgésico e anti-inflamatório para controlo da dor. Em fraturas não deslocadas, geralmente será suficiente imobilizar a articulação com uma férula ou um gesso. Fraturas complexas ou com deslocação óssea requererão em muitos casos uma fixação cirúrgica.
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