Crescimento de um tumor maligno no intestino grosso.
Os fatores de risco incluem a presença de pólipos no cólon, existência de outro tipo de cancro, histórico familiar de cancro colorretal, tabagismo, doenças inflamatórias intestinais, uma dieta rica em proteínas e pobre em fibras, estilo de vida sedentário, infeção viral pelo vírus do papiloma humano (HPV), etc. Normalmente surge entre os 50 e os 60 anos.
As manifestações são progressivas, com poucos sintomas iniciais. Os mais comuns são hemorragias gastrointestinais, alterações nas características das fezes, perda de peso e dor abdominal.
O diagnóstico é feito através de um historial clínico detalhado e de um exame físico que inclui o toque retal. O estudo é complementado com uma pesquisa de sangue oculto nas fezes, colonoscopia, estudo com contraste de bário, TAC e/ou ressonância magnética.
O tratamento é cirúrgico e, consoante o caso, pode ser complementado com quimioterapia.
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