Infeção sexualmente transmissível causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum.
Manifesta-se como uma pequena ferida ou úlcera nos órgãos genitais, que não dói e geralmente cicatriza após três semanas. A úlcera também pode atingir a boca, reto ou pele. Os gânglios linfáticos próximos à lesão cutânea costumam estar inflamados.
O diagnóstico é feito através de questionário clínico específico e de um exame físico completo. Podem ser realizados testes ao líquido da úlcera e análises ao sangue para detetar a presença da bactería da sífilis.
A infeção por sífilis é tratada com antibióticos, e os parceiros sexuais da pessoa infetada devem ser tratados da mesma maneira, pois a sífilis é muito contagiosa nos estágios iniciais.
Qualquer lesão genital deve ser observada com urgência para que o tratamento adequado possa ser iniciado imediatamente, mesmo que a lesão pareça curar-se por si só.
- Charles B Hicks, Meredith Clement. Syphilis: Screening and diagnostic testing. UpToDate Jul 18, 2016.
- Charles B Hicks, Meredith Clement. Syphilis: Treatment and monitoring. UpToDate Sep 07, 2016.
- Workowski KA, Bolan GA, Centers for Disease Control and Prevention. Sexually transmitted diseases treatment guidelines, 2015. MMWR Recomm Rep 2015; 64:1.
- Ghanem KG. Management of Adult Syphilis: Key Questions to Inform the 2015 Centers for Disease Control and Prevention Sexually Transmitted Diseases Treatment Guidelines. Clin Infect Dis 2015; 61 Suppl 8:S818.
- Kingston M, French P, Higgins S, et al. UK national guidelines on the management of syphilis 2015. Int J STD AIDS 2016; 27:421.
- Sheila A Lukehart. Sífilis. Harrison. Principios de Medicina Interna. Volumen 2. 19º Edición. 1132:1140.
- L Olmos. Sífilis. Farreras Rozman. Medicina Interna. Volumen 2. 12º edición. pp2312:2318.

